Desde sua chegada à Câmara Municipal de Belo Horizonte em 1989, Patrus mostrou como o legislativo podia ser valorizado e como estava disposto a ser firme no propósito de empurrar para o passado a prática legislativa clientelista.
Como vereador foi presidente da Comissão de Legislação e Justiça da Câmara Municipal e se empenhou em debates sobre Legislação e Autonomia Municipal.
Foi, por exemplo, o autor da lei que acabou com a aposentadoria privilegiada de prefeitos e vereadores e relator da Lei Orgânica do Município.
Patrus se destacou entre seus pares a ponto de conquistar quase um milhão de votos na eleição para o senado, demonstrando a força da aliança que, àquela altura, tinha firmado com a população de Belo Horizonte.
Na outra vez que disputou um cargo legislativo, depois de ter sido prefeito, bateu os recordes das urnas ao ultrapassar a marca dos 500 mil votos na eleição para deputado federal em 2002.