Um ano depois, Rosani continua entre nós

Um ano depois, Rosani continua entre nós

Há um ano recebíamos uma notícia que nos abalaria profundamente: Rosani Cunha, coordenadora da Secretaria de Renda de Cidadania do nosso ministério, havia falecido num acidente de automóvel na Argentina.

Uma pessoa plena de vida, que punha o coração, a alma e todo o seu esplêndido talento em tudo que fazia. Assim era Rosani. Gestora do mais alto nível, comprometida com as políticas públicas, com os pobres, com a construção de um Estado democrático e uma sociedade solidária e justa, foi, sem dúvida, uma mente brilhante, que nos ajudou a consolidar o maior programa de transferência de renda que o Brasil já teve, que hoje alcança 12 milhões de famílias: o Bolsa Família.

Rosani marcou profundamente todas as pessoas que com ela conviveram. Ninguém foi indiferente a ela, nem mesmo aqueles que com ela tiveram alguns atritos, conflitos e diferenças, que também fazem parte da vida.

O fundamental é constatar que, um ano depois, Rosani continua entre nós.

Rosani não morreu. Quando a pessoa passa pela vida e marca o seu tempo com o seu trabalho, o seu compromisso, a sua dedicação por inteiro, o seu carisma continua vivendo. A gente constata que aqueles que partilharam a sua vida, os seus trabalhos, os seus sonhos continuam cultivando a sua presença nos corações e memórias.  É o meu caso, é o caso de inúmeras pessoas que com ela trabalhavam, especialmente a brava e destemida equipe da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, a nossa SENARC, e toda a ousada equipe do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Se celebramos a saudade, celebramos também a presença. Rosani continua entre nós e em cada conquista do nosso ministério. Em cada momento de celebração e de alegria, ela está e estará sempre presente.

Foto: Homenagem à ex-secretária nacional de Renda de Cidadania do MDS, Rosani Cunha (falecida no dia 01 de novembro), na Plenária do Consea – Local – Palácio do Planalto – Brasília (DF) – Bruno Spada/MDS.